Eternamente Maradona

Junho de 1986. Copa do Mundo do México. Com meus 8 anos de idade, morando na Vila Industrial, em São José dos Campos, só gostava de carros. Já gostava de Fórmula 1, do Piquet e do Senna. Mas não ligava para futebol. Até começar a Copa. E, naquele ano, um tal de Diego Maradona estava arrebentando. Todo mundo falava nele. E, paralelo a isso, o Brasil, que todos se reuniam para torcer, perdia nas quartas de final para a França. Ali, me restava torcer para a Argentina do Maradona. E, para ajudar, o país vizinho conquistou o título. Naquela época, nem tinha ideia de rivalidade entre Brasil e Argentina. E, da minha parte, até hoje não tem.

Ali, começava a gostar de futebol e acompanhar o esporte. Um ano depois, já estava ‘viciado’, acompanhando Campeonato Paulista, Copa União e o Campeonato Italiano na Bandeirantes. E, justamente lá, jogava Maradona. No Napoli. E, nem precisa dizer para quem esse colunista começou a torcer na Itália…

Assim, desde sempre, gostava da Argentina e do Maradona (para desgosto do meu pai, defensor incansável do Pelé, que para mim também é gênio e foi o maior de todos, mas eu não o vi jogar).

E, nesses anos todos, sempre me acostumei a gostar do futebol argentino e do Maradona. E, agora, Messi também, o qual considero tecnicamente melhor do que Maradona.

Mas ‘El Pibe de Oro’ era mesmo um gênio. Um monstro do futebol. Lamentavelmente, nos deixou aos 60 anos. E que as extravagâncias da vida pessoal dele não sirvam de exemplo para ninguém. Mas, seu futebol, sim.

E, como disse Messi, Maradona vai para a eternidade.

Muito obrigado, Diego Armando Maradona, por tudo o que fez pelo futebol.

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